segunda-feira, 18 de março de 2013
Dirigente vascaíno vê adeus de Dedé como "inevitável"
O Vasco bem que resistiu aos diversos clubes que fizeram propostas pelo zagueiro Dedé, contudo, o discurso começou a muda pelos lados de São Januário. Antes inegociável, o jogador segue com prestígio no mercado da bola e, ciente da situação, a equipe carioca já trabalha com a ideia de perdê-lo no meio do ano.
A saída de Dedé é praticamente dada como certa por Cristiano Koehler, diretor do Vasco. O clube até detém 45% do passe do defensor (mais a preferência de compra do restante até julho), porém, o momento financeiro não é dos melhores, e o adeus do Mito, desta forma, seria inevitável.
"Acho que é muito difícil segurar o Dedé. O clube precisa do recurso, o jogador também quer seguir sua carreira e buscar outras oportunidades, com melhores remunerações e também buscando a sua independência. Os parceiros também querem realizar o investimento. Acho que é um somatório dos desejos das partes que vai proporcionar isso, e a gente também precisa trabalhar com lucidez para não iludir a torcida do Vasco dizendo que o Dedé não vai sair. Em algum momento, ele vai sair. Pelo menos no meio do ano", disse o dirigente em entrevista à Rádio Globo.
No Brasil, dois clubes interessaram-se pelo futebol de Dedé no início do ano. O Corinthians, que chegou a realizar uma proposta oficial, e o Grêmio, que não formalizou nenhum contato. Da Europa, outras tantas negociações chegaram a ser especuladas - o Vasco já vê com bons olhos um bom valor entrando em seus cofres, para que as dívidas sejam aliviadas e para que reforços sejam contratados
